Uso de antipó em municípios com mais de 150 mil habitantes pode ser proibido. Deputado apresenta uso de paver como alternativa.

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(Deputado Gilberto Ribeiro – Reprodução/TV Sinal)

Assessoria – O antipó é objeto de críticas de toda população, pois não resiste à ação da chuva ou tráfego intenso de veículos, exigindo constantes operações de manutenção. Encontramos o melhor exemplo para este problema em nossa capital, em que o antipó tapa mais da metade das ruas. Na prática encontramos diversas cidades com um número extremamente grande de ruas remendadas e pouquíssimas ruas com uma pavimentação excelente.

Uma vez que o antipó é facilmente destruído pela incidência de chuvas, os detritos acabam sendo depositados nos rios que são responsáveis pelo escoamento das águas, o que pode resultar em enchentes e transbordamentos durante os períodos de chuvas intensas, contribuindo, negativamente, para o assoreamento dos nossos rios.Devido ao seu baixo custo, o antipó é amplamente utilizado para restaurações de baixa qualidade. Ocorre que, manter uma pavimentação de qualidade ruim, acaba sendo mais caro que construir ruas de qualidade. A grande necessidade de manutenção acaba encarecendo muito o uso deste material. Como alternativa à utilização do antipó, o deputado Gilberto Ribeiro recomenda o uso de paver, que são blocos de concreto que possuem excelente durabilidade e capacidade de drenagem.

O Projeto de Lei 607/2015, de autoria do deputado Gilberto Ribeiro (PSB), encontra-se para discussão na CCJ – Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná.

(Para conhecer o PL 607/2015, clique aqui).

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